Os resultados: mais prática, melhores desempenhos
O impacto no tempo e nos custos foi imediato. Produzir um simulado, que antes exigia cerca de 240 horas de trabalho docente e um custo estimado superior a 200.000 reais, agora pode ser concluído em menos de dez horas, com economia equivalente em cada prova. Essa redução permitiu à FMUSP aumentar significativamente o número de simulados oferecidos aos alunos nos anos clínicos, os dois últimos anos do curso de medicina. Em 2024, foram realizados seis simulados; em 2025, sete; e em 2026, oito para o sexto ano e seis para o quinto ano.
Ao otimizar a elaboração das questões, os preceptores — especialistas que acompanham os estudantes em seus estágios clínicos — recuperam tempo para se concentrar em sua função principal. Como explica Marcelo Candido, ex-aluno da FMUSP e agora preceptor de educação médica na faculdade:
"Antes trabalhávamos com apenas dois simulados e, graças ao Gemini Notebook e ao Gemini for Education, conseguimos chegar a oito. São muito mais oportunidades para o aluno se testar, identificar suas fragilidades e poder se preparar melhor para a prova de residência."
Os resultados também se refletiram em avaliações externas. No Teste de Progresso, aplicado por um consórcio de faculdades públicas do estado de São Paulo, os alunos da FMUSP alcançaram o melhor desempenho médio entre todas as instituições participantes. Na prova nacional de proficiência realizada no final do sexto ano, a Universidade de São Paulo ficou em primeiro lugar, com a FMUSP liderando os resultados internos da universidade.